sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O JOGO QUE JÁ COMEÇOU PERDIDO

Durante a partida com o Figueirense, tive uma impressão que talvez fosse incorreta (por não querer acreditar), pois tão logo o jogo acabou, as entrevistas confirmaram o meu pensamento: Esquecemos de atacar por medo do contra-ataque. E incrívelmente, não nos defendemos, não prendemos a bola e muuuuuuito menos, atacamos. Quando você faz uma projeção de apenas conter o adversário, dentro dos seus domínios, não merece ganhar. A falta de ambição nos matou, ou pior, nos aniquilou. Celso Roth já no primeiro quarto da partida, havia visto que o Figueira atacava pelos lados e que Júlio César não é marcador. Mário Fernandes estava mal neste quesito, o que poderia fazer? Usá-los para atacar. Os laterais ficaram tão preocupados em marcar (sem sucesso), que não usaram da sua melhor qualidade que é o apoio. Pelo meio, o Grêmio só conseguia chegar com os chutes de fora da área, então que os meias voltassem para marcar e os volantes cobrissem os laterais. "Retirar um dos meias e colocar volante? Que loucura." Assim pensaria o torcedor passional, mas quando percebi que o Figueira soube como neutralizar os armadores, a melhor opção era sim a entrada de um volante, mas faltou mandar os laterais atacarem.
   Essa foi a minha leitura do jogo, quem sabe amanhã procuro uma nova solução para o enfrentamento contra o Santos. Espero que opinem.

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