sexta-feira, 18 de novembro de 2011

QUANDO O SILÊNCIO DIZ TUDO...

Após algum tempo sem escrever para o blog, volto hoje para lembrar a todos que ainda existo. O motivo de tanto tempo sem postar, foi porque não há mais o que dizer deste Grêmio sem identidade que passou o ano oscilando entre atuações de gala e outras ridículas. Como explicar o brio e o futebol bonito aplicado em alguns embates e os jogos apáticos e feios de assistir que o tricolor nos "aplicou" nesta temporada. Um time sem personalidade, imprevisível tanto para o bem quanto para o mal. Que nos deu orgulho e nos deu vergonha. Um treinador gênio e ao mesmo tempo cego e atrapalhado? Quando não se tem palavras, o silêncio é a melhor solução. Pois isso, me calei por algum tempo.

A RECONSTRUÇÃO do time começou com Kléber, poderá ter Vágner Love e Carlos Eduardo. Precisamos ainda de zagueiros e um armador. Mas isso tenho certeza que Pelaipe dará conta. Embora tenha participado das gestões anêmicas de títulos, trouxe jogadores que deram resultado como Hugo, Tcheco, Diego Souza, William, Réver, Victor, entre outros... Não há como acertar em 100%, porém o saldo foi positivo. O que precisa mesmo agora é de treinador. E não precisa ter currículo, precisa ter ideologia. GOSTARIA QUE FOSSE O CAIO JR., inteligente e ofensivista, e sobretudo, houve e pondera o pedido do torcedor. Carrego comigo para o ano que vem, uma certeza: SERÁ MUITO MELHOR E COM TÍTULOS, ALGO QUE, COM CERTEZA NOS FARÁ TER SEMPRE UM MOTIVO PARA ESCREVER.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

FATOR PSICOLÓGICO

O que escrevo agora, serve para que façamos uma reflexão a respeito sobre o que Grêmio poderia alcançar neste Brasileirão.
Vejam: Toda vez que o Grêmio teve um objetivo menos importante, ou de menor grandeza como escapar da segundona, por exemplo, o time soube sobressair-se ao adversário e vencer seus jogos.Vingança contra R-10, não deixar Borges jogar, etc... Estes foram os "incentivos" do tricolor para vencer. Quando ganhava moral, Celso Roth ia para os microfones dizer que a classificação à Libertadores era possível e no jogo seguinte a derrota dava as caras novamente. O medo de ser feliz dos atletas é algo impressionante. Não venha me dizer que os plantéis de Ceará, América-MG, Atlético-MG são melhores que o nosso porque não são. Faltou regularidade e serenidade do treinador que acerta muito e erra na mesma proporção. No sábado quando éramos 11 contra 11, tentamos entrar com bola e tudo para dentro da goleira e quando nos sobrou um jogador começamos a chutar de fora da área. Dá pra entender? Espero que Roth não renove porque temos que ter orgulho do time o ano inteiro e não por prazos determinados. Com dois ou três reforços e mais um treinador que seja regular, estaríamos bem para a próxima temporada . Sugiro Caio Júnior.

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