terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O CASO SORONDO

Sem dúvida, a notícia da lesão de Sorondo abateu a todos aqueles que gostam do futebol porque gerou discussões a respeito da condição física que o jogador tinha quando assinou o contrato com o Grêmio. O risco da ocorrência de lesão era grande, visto o histórico do atleta. Pelo que se sabe, o “acordo”, como citou Pelaipe, previa a redução do salário em caso de lesão de grau leve, rescisão para a lesão grave. A fatalidade, a falta de sorte, a fragilidade fisiológica de Sorondo, ou o que for, acabou ceifando suas possibilidades de jogar pelo tricolor. Levando-se em conta todas as opiniões direcionadas ao rompimento do contrato, posiciono-me de acordo com a rescisão. Não julgo o mérito do cidadão que optou sair do maior rival para encontrar no Olímpico sua nova casa, mas a questão do futebol profissional. Em épocas em que tudo gira à volta do dinheiro, sejam para renovações, contratações, reformas do patrimônio, etc., seria luxo manter o uruguaio no grupo apenas para dar moral, e enaltecer a nobreza da instituição GRÊMIO. Se quando o jogador chega à casa dos trinta e três anos já começamos a achar que não vale a pena mantê-lo, porque seria diferente com quem está machucado e identificado com o adversário? Podemos desejar toda sorte do mundo na recuperação do jogador e da pessoa de Gonçalo Sorondo, e apenas isso.

ABRAÇO A TODOS.

www.conscienciagremista.blogspot.com

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