domingo, 25 de março de 2012

CADÊ O TESÃO?

Quem assistiu ao jogo do Grêmio contra o Cruzeiro-RS ainda custa a entender o que acontece com a equipe. Vencemos com um belo gol de bola parada e um pênalti claro mas que aos 47 do segundo tempo é quase que um pedido de socorro aos deuses da bola. Quando começamos a sentir falta de um armador nota 6 como Marco Antônio é porque a coisa tá feia. Marquinhos é bom jogador.....Pro Avaí. Bertoglio é o nosso Andrezinho. Só joga no segundo tempo. Tá faltando tesão. Aquele abafa. Aquela pressão. Segurar a bola e jogar na boa sem contra-ataques. Se quero Douglas de volta? É claro que não. Joga muito mas é preguiçoso. Só quero jogadores que deixem de lado o discurso de que "o futebol mudou, não tem mais bobo e blá blá blá".
Isso aqui é Grêmio, poooooooooorrrrrraaaaaaaa!!!!!! Tem que morder, lutar pela bola e fazer ela correr macio, de pé em pé. E quando o adversário "se fresquear", pescoço vira canela. Radical? Foooooodddddaaa-seeeeeee!!!!!! Jogadores: Tomem vergonha na cara e justifiquem o salário porque essa bolinha aí tá duro de aguentar. Não é falta de qualidade, é falta de TESÃO EM JOGAR NO GRÊMIO. Perguntem ao Paulo Nunes se gostou de sair do Flamengo como reserva do reserva e virar ídolo do tricolor. Sabem porque aconteceu? Porque a torcida o apoiou desde o início e isso não falta a vocês então RETRIBUAM. Devido à minha indignação pelo futebol apresentado hoje, encerro por aqui.
NOTA: SPRAY DE PIMENTA? ESPERO QUE ESSE IDIOTA SEJA PUNIDO PELO ATO. DEPOIS QUER FAZER GREVINHA E DIZER QUE GANHA POUCO, COVARDE, FDP....
Boa noite a todos.

sábado, 24 de março de 2012

UM GRÊMIO DE MUITAS VERDADES

Quando pensamos que o tricolor entrou nos eixos e a qualidade do futebol aflorou, começam a surgir as dúvidas sobretudo quando saímos perdendo. Os jogos contra o River-SE foram de chorar. Entende-se que o adversário retrancou-se demais para ao menos não passar por uma goleada, tanto no primeiro quanto no segundo jogo, mas que providências os jogadores tomaram dentro de campo para vencer sem sacrifício? Nenhuma. Acho estranho ter tanto tempo para preparar a equipe para o embate e quando a bola rola, ficarem acuados, quase que presos a burocracia do futebol. Cadê a jogada individual, a ousadia? É preciso chegar ao intervalo para que o treinador relembre tudo que foi dito durante os treinos? Por enquanto a falta de criatividade está atrapalhando e nos deixando com a pulga atrás da orelha quanto ao sucesso na Copa do Brasil. A tática e o improviso tem de andar juntos porque se formos previsíveis, é melhor jogar a toalha. Em tempo: Gauchão é obrigação.

Abraço a todos.